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O que é e os tipos de codependência

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A família cumpre um papel decisivo no tratamento do dependente químico, mas pode se tornar um problema quando o envolvimento é tamanho que se expressa por meio da chamada codependência. Não por acaso,  sempre encaramos o paciente e os seus familiares como uma mesma unidade de cuidado.

Abordar o assunto é ainda mais importante quando pensamos em sua extensão. De acordo com o Levantamento Nacional de Famílias dos Dependentes Químicos (LENAD Família), para cada adicto, há outras 3,5 pessoas afetadas pelo problema dentro de casa, em média.

Por isso, resolvi escrever um artigo sobre codependência, abordando as suas apresentações, os seus sintomas e tratamentos possíveis. Siga acompanhando.

O que é codependência?

A codependência é um fenômeno de ordem emocional que pode ser desenvolvido por pessoas que convivem com um dependente químico. Ele é caracterizado pela extrema dedicação em cuidar do outro e pela tentativa de salvar, a qualquer custo, o membro da família envolvido no consumo de substâncias psicoativas.

Por conta disso, o familiar chega a adquirir características e atitudes disfuncionais e patológicas, que podem gerar ainda mais sofrimento para todos os afetados. Na maioria dos casos, o comportamento codependente é expresso por pais ou mesmo cônjuges que têm contato direto com o adicto e se sentem responsáveis por ele.

Aos poucos, a tendência é que passem a viver em função do outro, assumindo a responsabilidade pelos problemas dele e por suas vivências. Diante disso, você pode pensar: “Mas eu me importo com essa pessoa e apenas quero que ela tenha o suporte necessário”. Isso é perfeitamente normal e incentivado.

O problema acontece quando não existe a definição de limites e esse desejo de ajudar se transforma em uma obsessão, na qual a própria vida é deixada de lado. Por maior que seja a vontade da família em resgatar o dependente e por mais decisivo que esse incentivo possa ser, a eficácia do tratamento está muito relacionada ao próprio paciente.

Vamos pensar no caso da internação involuntária para ilustrar: ao identificar essa necessidade e ir em busca dela, o familiar oferece uma oportunidade para que o dependente receba suporte especializado. Nossos profissionais vão oferecer um tratamento completo e individualizado, que busca mostrar ao interno suas limitações diante da doença e trabalhar aspectos que o ajudem a retomar o controle da própria vida.

Ao fim da internação e volta ao convívio em sociedade, ele vai ter todas as condições para não retornar ao consumo de álcool e drogas. Você pode auxiliar nesse processo, mas não vai conseguir estar 24 horas por dia ao lado dele para evitar recaídas.

Qual é a diferença entre codependência e dependência?

Quando falamos na diferença entre os conceitos, é importante perceber que a codependência tem origem na dependência do outro e na criação do que costumo chamar de “atadura emocional”.

Ou seja, a pessoa codependente atrela a sua vida à patologia do outro, encontrando dificuldades extremas em definir limites para si. Basta olhar para a construção do termo que define esse transtorno: ele inclui o prefixo “co”, que dá a ideia de uma participação conjunta.

Quais são os tipos de codependência?

Hoje, no entanto, a codependência não é mais uma conceito utilizado apenas para falar a respeito de relações disfuncionais vinculadas à dependência química.

É possível identificar pessoas codependentes em diferentes contextos, nos quais o padrão é sempre o mesmo: tomar para si a responsabilidade total sobre os atos e problemas do outro, seja no âmbito conjugal, social ou profissional.

Codependência química

A codependência química é expressa justamente nas situações que já abordei até aqui.

Ou seja, o dependente convive com o seu vício, sofre com os seus efeitos e o codependente faz o mesmo, enquanto tenta controlar o outro e definir o curso de suas ações.

Codependência afetiva

Já a codependência afetiva pode estar conectada a qualquer indivíduo que tenha uma ligação emocional patológica em um tipo de relacionamento.

O princípio é o de que existe uma dependência emocional em relação ao outro, com a presença de sentimentos como insegurança, medo do abandono e desejo de agradar constantemente.

Assim, as suas atitudes e os seus planos são pensados com base nas convicções e nos desejos da pessoa com a qual existe esse vínculo disfuncional.

Codependência familiar

A codependência familiar pode aparecer vinculada, por exemplo, à existência de um quadro de dependência química.

A questão central é a prevalência de um sentimento de culpa, que afeta toda a vivência da família e leva um ou mais membros a desenvolver comportamentos obsessivos, na busca pela recuperação do adicto.

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