JavaScript must be enabled in order for you to see "WP Copy Data Protect" effect. However, it seems JavaScript is either disabled or not supported by your browser. To see full result of "WP Copy Data Protector", enable JavaScript by changing your browser options, then try again.

Casagrande cita preconceito por dependência química e diz: ‘Mundo quer respirar’

Problemas com Álcool ou Drogas? Podemos ajudar!
(61) 3547-3198 / (61) 98669-8646
walter-casagrande-comentarista-da-globo-1547214556923_v2_1920x1279

A morte por asfixia de George Floyd e os movimentos de combate ao racismo fizeram Walter Casagrande recordar, durante o Troca de Passes de hoje, o preconceito que sofre por ser dependente químico.

Um dos membros do movimento “Esporte pela Democracia”, o comentarista do Grupo Globo afirmou que o preconceito machuca a alma das vítimas. Recordando a morte do americano por um policial, Casão disse que o mundo não quer mais um joelho em seu pescoço.

“Eu sou um cara que veio da periferia, e meus pais me ensinaram a ter respeito por todas as pessoas, independentemente de qualquer diferença. Eu cresci dessa maneira e sou desse jeito. A sociedade não aguenta mais a violência, a opressão, o racismo, a homofobia, feminicídio. A sociedade não quer mais isso. O mundo não quer mais um joelho no pescoço. O mundo quer respirar. A nossa sociedade quer respirar. Todo mundo quer respirar. Este joelho no pescoço do George Floyd é um joelho no pescoço do mundo”, disse o ex-jogador.

Na sequência, Casagrande falou sobre dependência química, assim como os insultos que recebe até hoje: “Eu sofri preconceito, e sofro ainda,porque sou dependente químico. É uma classe que não tem respeito. Chamam de viciado, drogado, vagabundo, e você tem que ouvir e seguir em frente. Eu aprendi a seguir em frente. Eu não sei como é a dor de um negro quando sofre racismo, mas eu sei como é a dor de um cara que é dependente químico, que luta todos os dias para não recair, e é chamado de drogado, viciado e vagabundo. Eu sei o tamanho da dor que eu tenho. Então, eu respeito muito o tamanho da dor das outras pessoas”, relatou o comentarista.

“A minha dor de ser dependente químico e ser chamado de vagabundo é muito grande, que passa pelo meu coração e vai direto na minha alma. Acho que deve ser uma dor parecida a do racismo. A dor de um ato racista fere a alma de um negro”, concluiu.

Fonte: UOL

Veja mais

Preferências de Privacidade
Quando você visita nosso site, ele pode armazenar informações através do navegador de serviços específicos, geralmente na forma de cookies. Aqui você pode alterar suas preferências de privacidade. Observe que o bloqueio de alguns tipos de cookies pode afetar sua experiência em nosso site e nos serviços que oferecemos.